Maytê acordou às quatro da manhã com sede ou pelo menos foi isso que tentou dizer a si mesma enquanto saía da cama no escuro absoluto da cobertura Ferraresi.
Definitivamente não tinha nada a ver com o fato de ela estar pensando demais na discussão daquela manhã, absolutamente nada.
Ela caminhou sonolenta pelo corredor silencioso, tentando ignorar o próprio cérebro irritantemente ativo.
“Você deveria.”
A voz de Gustavo ainda ecoava na cabeça dela, fria, baixa e perigosamente honesta.
E pior: ela