EROS
Acordo na manhã seguinte e estou deitado em uma cama de solteiro, em um quarto pequeno e simples, sentindo a claridade da janela em meus olhos.
A última coisa que lembro é de ter conversado com Chiara por mensagem e de mais algumas doses de Ouzo e whisky que tomei depois.
— Onde estou? — Me sento na cama com a cabeça latejando de dor. — Merda! — aperto as têmporas com os meus dedos.
Olho em volta, mas não reconheço o local.
Abro a porta e, por sorte, está destrancada.
Ando alguns passos