O celebrante era um velho amigo da família, de voz firme e olhar terno, conhecido por conduzir cerimônias com o coração. Quando tomou sua posição diante dos noivos, o silêncio se fez com naturalidade. Era como se todos, sem exceção, estivessem de alma aberta para receber aquela união.
— Hoje — começou ele, com um sorriso emocionado. — Não celebramos apenas um casamento. Celebramos o reencontro de duas almas que jamais deixaram de se pertencer. Celebramos a vitória do amor sobre a dor, as mentir