Luara
A noite caía sobre o castelo, trazendo consigo uma quietude que eu nunca senti. A revelação de minha natureza lupina nos últimos dias havia aberto as portas para um mundo de novas sensações e intuições. Era como se o mundo ao meu redor tivesse ganhado cores e sons mais nítidos, e agora um chamado distante, quase um lamento, começou a ecoar em minha mente. Não era um som audível com os ouvidos, mas uma voz que ressoava em minha alma, arrastando-me para fora de mim, para longe da segurança