“Ela não precisou me desafiar para me vencer — bastou existir. Luna não é minha prisioneira. É a ameaça doce que desmonta minhas armas e me faz desejar a ruína em seus braços.” — Fernando Torrenegro
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Ela está jogando comigo. Não da forma vulgar que já conheci tantas vezes. Não com insinuações óbvias, nem com gestos ensaiados. Luna não precisa disso. Ela só existe. E essa existência já é suficiente para me arruinar.
Durante o café, quando pronunciou meu nome — “Fernando” — não foi apenas uma p