A palavra ficou no ar.
Decisão.
Simples.
Mas pesada o suficiente para alterar tudo ao redor.
Alina não respondeu de imediato. Não porque não tivesse uma resposta, mas porque sabia que qualquer palavra agora não seria apenas ouvida. Seria usada.
Ela voltou o olhar para as telas.
Para o fluxo.
Para as conexões.
Para o sistema vivo à frente dela.
— Isso não é sustentável — disse ela, por fim.
A frase saiu calma.
Mas firme.
O homem inclinou levemente a cabeça.
— Tudo aqui existe há tempo suficiente