A porta do prédio se abriu com um rangido baixo.
O som ecoou mais do que deveria.
Como se anunciasse que não havia mais volta.
Alina entrou sem hesitar.
Mas por dentro… tudo estava mais sensível.
Mais intenso.
Mais exposto.
O beijo ainda estava ali.
Nos lábios.
Na respiração.
Na forma como o corpo dela parecia reagir a cada passo que dava… sabendo que ele estava logo atrás.
Gael não tocou.
Não dessa vez.
Mas a presença dele era constante.
Quase como um campo invisível.
E isso mexia com ela de u