O carro cortava a cidade como se o tempo estivesse correndo atrás deles.
Mas, dentro, o tempo parecia estranho.
Mais lento.
Mais pesado.
Mais… íntimo.
Alina ainda sentia a mão dele na sua.
Entrelaçada.
Firme.
Presente.
E aquilo, por mais simples que fosse, mexia mais do que qualquer beijo.
Porque não era impulso.
Era permanência.
Ela não soltou.
Nem ele.
E o silêncio entre os dois… não era desconfortável.
Era carregado de tudo que ainda não tinham dito.
— Eles já começaram a reagir fora da rede