O silêncio da mansão nunca pareceu tão diferente.
Não era vazio.
Era… necessário.
—
A porta se fechou atrás deles.
Sem pressa.
Sem palavras.
Sem a urgência que tinha dominado as últimas horas.
—
Alina caminhou alguns passos.
Parou no centro da sala.
E, por um instante…
não fez nada.
Não falou.
Não reagiu.
—
O corpo ainda carregava o impacto.
A tensão.
A imagem da arma.
A voz de Lavínia.
A confissão.
O fim.
—
Dante ficou alguns passos atrás.
Observando.
Sem invadir.
Sem pressionar.
Mas presente.