A manhã seguinte não trouxe pressa.
O tempo dentro da mansão parecia… desacelerado.
Não havia sirenes.
Não havia ligações urgentes.
Não havia caos.
Mas havia algo novo.
E nenhum dos dois ignorava.
—
Alina abriu os olhos devagar.
A luz suave atravessava as cortinas, desenhando sombras delicadas no quarto. Por alguns segundos, ela apenas ficou ali, deitada, observando o silêncio.
Sentindo.
Não o silêncio da solidão.
Mas o silêncio depois de uma decisão.
E isso…
era diferente.
—
Ela se sentou lent