O ataque não veio pela mídia.
Nem por boatos.
Veio… pessoal.
Direto.
Cruel.
—
Alina estava na sala de reuniões menor, revisando números, quando o telefone vibrou.
Número desconhecido.
Ela ignorou.
Vibrou de novo.
E de novo.
Insistente demais.
Ela atendeu.
— Alina.
A voz fez o corpo dela gelar.
Lavínia.
Mas não havia ironia.
Nem deboche.
Só… urgência.
— O que você quer? — Alina perguntou, fria.
— Você precisa vir.
— Não.
— Agora.
— Eu não vou a lugar nenhum por sua causa.
Silêncio.
Um segundo.
D