ROSÁLIA DUARTE
O olhar faminto e a forma como ele engoliu em seco foi o melhor elogio que eu poderia receber. Celso Mirantes estava me olhando como se eu fosse a oitava maravilha do mundo, não que eu não estivesse acostumada com esse olhar, mas ele obviamente não era um homem qualquer e a lista de mulheres com quem já esteve era obviamente extensa.
Isso alimentou algo dentro de mim. Uma vaidade feminina e poderosa.
Não entrei na água imediatamente. Em vez disso, curvei-me devagar para peg