ROSÁLIA DUARTE
Tentei me debater, girar na água para encarar o intruso, mas ele era forte. O braço ao redor da minha cintura era como uma barra de aço, e a mão que subia perigosamente pelo meu torso parecia ir em uma direção assustadora.
— Quem é você?! — gritei, a voz saindo estridente. — O que você está fazendo aqui?! Me solta agora!
Ele riu contra o meu pescoço, um som vibrante e debochado que me causou náuseas.
— Eu te faço a mesma pergunta, princesa. — ele sussurrou, e o hálito dele