ETHAN PETTERSON
Já faz uma semana desde que Cristina decidiu que eu merecia uma espécie de castigo do silêncio.
No início, eu achei que seria passageiro. Que bastaria aquele passeio no shopping, depois um buquê caro, um jantar surpresa ou algumas palavras bem colocadas pra fazê-la ceder. Mas ela não cedeu.
Pelo contrário, parecia ter se tornado especialista em me ignorar.
No escritório, era completamente profissional. Me chamava de “senhor Petterson” na frente dos outros e de “Ethan” ap