CRISTINA SANTIAGO
— Por favor... — sussurrei.
Ele imediatamente se endireitou, focando em mim.
— O quê?
— Aproxime-se. — Gesticulei com a mão. — Eu não... eu não consigo falar tão alto.
Ele pareceu surpreso. Mas atravessou a sala e parou ao pé da minha cama, a uma distância segura.
Agora, de perto, eu podia ver os detalhes e este homem não dormia há muito tempo.
— Como foi? — perguntei.
— O quê? O acidente?
— Não. — Balancei a cabeça, impaciente. — Nós. Como... como nós nos conhecemos?
— A noss