157. Chega de ser pega de surpresa
Acordo com o despertador de Nathan tocando às seis e meia. Enfio o rosto no travesseiro, tentando fingir que não ouvi nada.
Ele se mexe ao meu lado, desliga o alarme e se inclina para beijar minha testa.
— Bom dia — murmuro, meio dormindo, meio acordada.
— Bom dia, pequena. Dormiu bem?
— Sim.
Ele assente daquele jeito de “sei que é mentira, mas vou te deixar quieta”. Quando ele levanta e vai para o banheiro, me viro de barriga para cima, encarando o teto.
A verdade? Dormi pessimamente mal