Michel me tirou da banheira com facilidade, enrolando-me em uma toalha macia e branca. Seus olhos estavam escuros de desejo, mas ainda cheios de carinho. Ele me carregou no colo até o quarto, como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo. A luz suave da rua entrava pelas janelas, criando sombras douradas sobre a cama enorme.
Ele me deitou devagar sobre os lençóis frescos, abrindo a toalha como se estivesse desembrulhando um presente. Ficou de joelhos entre minhas pernas, admirando meu corpo