Michel me segurava com firmeza, como se pudesse proteger meu coração apenas com os braços. Eu ainda chorava baixinho contra o peito dele, o vestido vermelho amassado entre nós. Ele beijava o topo da minha cabeça repetidamente, as mãos grandes acariciando minhas costas em movimentos lentos e reconfortantes.
— Shhh… respira comigo, meu amor — murmurou ele, a voz grave e suave. — Estou aqui. Ninguém vai te machucar enquanto eu estiver vivo. Eles podem falar o que quiserem. Eu escolhi você. E vou e