Michel e eu mergulhamos em uma rotina cheia de carinho, cumplicidade e pequenas grandes demonstrações de amor. Não havia mais tensão no escritório — pelo menos não entre nós. Ele me tratava com uma mistura perfeita de profissionalismo e afeto.
Naquela manhã, cheguei à sala dele e encontrei um buquê pequeno de rosas brancas sobre minha mesa, com um bilhete:
“Para a mulher que ilumina meus dias. Te amo. — M.”
Sorri como uma idiota. Michel se aproximou por trás, abraçando minha cintura e beijan