Ao chegarmos na casa de Michel Antônio Bitencourt, porém, foi em direção a poltrona na enorme sala, observando-nos com uma expressão indecifrável. Michel segurava minha mão com força, como se temesse que eu fosse desaparecer.
Antônio se aproximou devagar, ajustando o paletó. Seus olhos, duros como sempre, se fixaram em mim. Eu me preparei para mais uma ofensa.
Mas ele surpreendeu a todos.
— Sinceramente… — começou ele, com a voz grave e pausada. — Estou feliz por sua garota ter enfrentado elas.