Capítulo 13 – Os Espectros de Pedra
Acordei com a luz filtrando pelas frestas da cortina grossa. Por um momento, não reconheci o teto de pedra nem o silêncio opressor. Levei alguns segundos para lembrar onde estava.
Varmond.
Levantei devagar. Os lençóis estavam impecáveis, como se eu não tivesse passado a noite ali. Alguém havia entrado. De novo. Sobre a poltrona, repousava um vestido novo — ainda nobre, mas menos carregado de excessos. Tecido espesso, de um verde escuro que lembrava floresta