Mundo de ficçãoIniciar sessãoVanessa arqueia a sobrancelha e eu apenas continuo sorrindo, e meus olhos traidores são puxados de novo para o corpo dela, como se não tivessem vontade própria.
“Nada de sexo!” Ela declara e, no segundo seguinte, joga um punhado de areia na minha cara.
“Caralho!” xingo, surpreso, levando as mãos ao rosto, tentando afastar os grãos que grudam na pele, nos cílios, no canto dos olhos. “Quer me deixar cego, porra?”
Ela gargalha, e a risada dela é escandalosamente maravilhosa. Por um momento, me esqueço da ardência nos olhos, porque tudo que quero é gravar aquela risada na memória para sempre.
“É uma das regras da Violet. Não posso quebrá-







