O ISQUEIRO VOLTA
A Marta bateu na porta do meu quarto às dez da manhã, pontual como sempre, com aquela cara dela de poucos amigos.
— Bom dia, senhora. O senhor Blackwood informou um compromisso esta noite. Dezenove horas. Traje social.
Eu tava de pijama velho, mais confortável, com o cabelo num estado que até a Marta preferiu não comentar.
— Ele não podia mandar mensagem?
— Mandou — ela respondeu, neutra. — A senhora não respondeu.
Olhei pro celular na mesa de cabeceira. Três mensagens do