LENA BLACKWOOD
Não levei o Vincent.
Pensei nisso quando estava saindo — ele estava na cozinha, eu peguei a bolsa, fiquei parada na porta da biblioteca uns três segundos. A cena completa passou pela minha cabeça: ele de terno no cartório, a funcionária com o carimbo, os dois olhando juntos pro campo de novo sobrenome. E pareceu errado.
Não por causa dele.
Por causa de mim.
Existe um tipo de escolha que perde alguma coisa quando divide. Não porque dividir seja ruim — porque certos pesos só são co