Lizandra
Caminhei pela rodoviária ao lado da Samanta, com a mochila pendendo no meu ombro e arrastando a mala que parecia mais pesada do que qualquer mala que eu já tivesse carregado na vida.
Meu coração apertava a cada passo. O barulho de vozes, anúncios, rodinhas de malas no piso… tudo passava por mim como um ruído distante. Eu só conseguia pensar no quanto aquela despedida estava doendo mais do que eu imaginei.
Quando paramos perto da plataforma, eu não consegui segurar. As lágrimas vieram