A semana passou voando, mas os pensamentos sobre aquele sonho continuavam a me atormentar como uma praga sensualmente bem produzida. Claro, com toda a demanda insana da agência, eu não tive muito tempo de surtar. Mas olha… como eu queria. E muito.
Estava jogada no sofá, vestindo meu uniforme oficial de exausta — moletom, meia furada e cara de “não me chame nem pra pensar” — quando Aya apareceu na sala.
Brilhante.
Literalmente brilhante.
Sombra metálica, vestido com lantejoulas douradas, batom v