Elijah
O despertar foi lento, banhado na satisfação profunda que só Mia conseguia me proporcionar. A luz que entrava pelas janelas da suíte não era o sol forte da cidade, mas o brilho suave da manhã sobre a água. O Leviatã estava ancorado, e o balanço suave era um lembrete do nosso refúgio noturno.
Eu abri os olhos e o lado da cama estava vazia.
A tensão voltou instantaneamente. O sono, por um breve momento, havia me feito esquecer. Mas a realidade era implacável: Minha mãe chegaria em poucas horas. Eu precisava estar em terra, no meu apartamento, com a fachada de CEO e o meu "ativo" mais valioso perfeitamente preparado para a inspeção dela.
Eu me levantei, com a lembrança agradável da noite anterior. Vesti rapidamente um roupão que estava pendurado no banheiro.
Eu a procurei no banheiro, mas ela não estava lá. Olhei para a cabine e a encontrei.
Mia estava na varanda privativa do iate, de pé, com os cabelos bagunçados pelo vento da manhã, observando a linha do horizonte. Ela est