O silêncio que desce sobre a mansão após a saída dos Lambertini é tão denso que quase parece ter peso. Minutos antes, as paredes vibravam com vozes, risadas e até provocações recheadas de ironia. Agora, resta apenas um ar nostálgico, como se cada objeto tivesse guardado em si a memória do instante anterior. É um vazio que não grita, mas sussurra, e todos os presentes sentem no fundo da alma que aquela visita não foi passageira, foi um mar