O silêncio da mansão Schneider é quebrado apenas pelos passos apressados de Eduardo no hall principal. Há algo no ar, uma tensão quase elétrica, como se o mundo estivesse prestes a desabar sobre os seus ombros. Ele nem precisa que algo dê errado para saber que vai dar. Já aprendeu, à força, que em dias como hoje, quando o peito parece apertado demais e o mundo se aquieta, é porque o inferno está só esperando a hora certa de abrir as portas.
Ele respira fundo, tenta domar a inquietação. Jonathan