O sol escapa por entre as nuvens, lançando luz dourada sobre a terra vermelha da fazenda. O céu tem a cor de verão prestes a virar. Há cheiro de calor e de mudança no ar.
Darlene já está de pé, mais firme, embora a palidez ainda lhe marque discretamente o rosto. Mariana a observa de longe, com aquele olhar clínico de quem reconhece os limites do corpo, mas também reconhece a força que mora em certos olhos. E os de Darlene... não são olhos que pedem socorro. São olhos que avisam que já sobrevive