Alan Moretti encara o copo de uísque à sua frente, girando o líquido âmbar antes de levá-lo aos lábios. O bar em que está é um dos poucos lugares onde ainda sente alguma dignidade, uma ilusão patética sustentada por risadas femininas, perfumes baratos e promessas ocas. Mas no fundo, ele sabe, não passa de um homem podre, corrompido pelo ódio e pelo desejo de destruir.
Na forma de ver o destino que ele mesmo cavou, acredita que Jonathan Schneider destruiu a sua vida, e isso queima dentro dele m