Jonathan acordou com um peso no peito que não era apenas físico. O sofá parecia mais duro do que lembrava, e seus músculos reclamavam ao primeiro movimento. O pescoço estava rígido, a cabeça latejava como se tivesse passado a noite em guerra. Na verdade, era isso mesmo. Uma guerra interna, silenciosa, feita de arrependimentos, memórias e ausências.
Sentou-se devagar, esfregando o rosto com as mãos. O silêncio da casa era quase cruel, como se zombasse dele.
Arrastou os pés até a cozinha. Pegou