O carro mal termina de parar quando Dona Maria já desce os degraus do alpendre, o avental esvoaçando, o sorriso largo iluminando o rosto.
— Eduardo! — ela exclama, abrindo os braços. — Meu filho, que saudade eu tava de você, menino!
Eduardo desce do carro e é imediatamente envolvido num abraço apertado, cheio de afeto e cheiro de bolo fresco. Ele sorri, meio sem jeito, mas retribui o gesto com carinho sincero.
— Também senti saudade da senhora, Dona Maria.
— Ah, você aparece pouco. Vai ver só s