Guilherme
Ela estava de joelhos, os olhos arregalados, os lábios trêmulos, o peito subindo e descendo em arfadas curtas. Os cabelos caíam ao redor do rosto, as mãos se cravando no concreto frio, os músculos das pernas ainda tremendo.
Eu segurei o queixo dela com a mão livre, os dedos apertando a mandíbula delicada, forçando-a a me olhar, os olhos dela se fixando nos meus, as pupilas dilatadas, o medo finalmente visível.
— Agora você vai se lembrar do seu lugar. — murmurei, os dentes se trincand