Ela puxou o braço com força conseguindo se livrar. Deu dois passos pra trás, o peito subindo e descendo rápido.
— Não chega perto de mim — a voz saiu trêmula, mas firme.
Ele apenas ajeitou o próprio punho, como se nada tivesse acontecido.
— Pensa com calma — disse, voltando ao tom educado de antes. — A gente conversa melhor depois.
E saiu.
Como se tivesse vindo apenas dar um recado.
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A porta fechou. E o silêncio voltou. Mas agora era outro. Pesado. Sufocante.
Thaís ficou parada no meio