O caminho até em casa foi um borrão.
Os pensamentos vinham atropelados.
Alex.
Vinícius.
O contrato.
O homem.
Tudo junto.
Tudo errado.
— Eu faço o quê agora… — ela murmurou, encostando a cabeça no vidro do carro.
Trair Alex?
Nunca.
Se submeter àquele homem?
Impossível.
Fugir?
Como?
Ela fechou os olhos.
E pela primeira vez…
sentiu medo de verdade.
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No dia seguinte, o escritório parecia igual.
Mas ela não.
O rosto pálido.
O olhar perdido.
O corpo presente… a mente longe.
Ela tentava trabalhar.