— Para, Alex!
— Desculpa… — ele mal conseguia falar. — É que a sua cara…
Ela socou o braço dele de leve.
— Você me deixou traumatizada.
— A culpa não é minha.
— É sua sim.
— Você que veio me provocar às sete da manhã.
Ela cobriu o rosto.
— Eu odeio você.
— Mentirosa.
Depois disso, a conversa desandou para o bobo.
— Você ronca?
— Não.
— Suspeito.
— Você rouba coberta?
— Se eu sentir frio.
— Já sabia.
— Você fala dormindo?
— Não que eu saiba.
— Você já sonhou comigo?
Alex travou.
Thaís ergueu o r