— EU VOU BATER!
— Não vai.
— VAI SIM!
— Vai não.
E então, de repente, o carro andou.
De verdade.
Uns dois, três metros.
Thaís soltou um grito misturado com riso:
— EU NÃO ACREDITO QUE EU CONSEGUI!
Ela olhou pra ele, olhos arregalados, rindo sem controle.
Alex só observava.
Com aquela expressão leve que ele quase nunca mostrava por muito tempo.
Como se estivesse vendo algo precioso demais pra interromper.
— Tá bom — ele disse calmo. — Agora vai devagar.
— MAIS DEVAGAR?!
— Mais devagar.
— EU TÔ D