O relógio marcava exatamente vinte horas quando os faróis do carro de Caterina iluminaram a portaria do condomínio onde Juliana morava. Assim que a autorização de entrada foi concedida, não demorou muito para que o som agudo e insistente da campainha ecoasse pela sala do apartamento.
Ao abrir a porta, Juliana deu de cara com Caterina. Ela sustentava um sorriso carregado de puro sarcasmo nos lábios, mantendo uma postura ereta e provocadora.
Juliana nem sequer abriu espaço total na passagem. Mant