O som estridente dos saltos de Caterina ecoou pelos mármores importados do hall da mansão Visconti antes mesmo que ela surgisse na sala de estar. Quando cruzou o portal de jacarandá, sua presença era como uma tempestade. O cabelo, sempre impecavelmente alinhado, estava todo desalinhado; a maquiagem cara, borrada pelas lágrimas de puro ódio.
No sofá de veludo, Stefano e Lucrécia compartilhavam uma taça de vinho. Ao erguerem os olhos e depararem-se com o estado da filha, o ar na sala pareceu cong