Emma caminhava pelos corredores de sua nova galeria como quem flutuava. O piso de mármore branco refletia os quadros imensos, carregados de emoção, que marcariam sua próxima exposição. Era tudo tão surreal... anos atrás, ela apenas sonhava com um espaço assim. Hoje, era dona de um império artístico respeitado internacionalmente.
A mostra se chamaria Raízes Invisíveis — uma homenagem silenciosa à menina esquecida que ela foi, e à mulher que lutou para florescer mesmo nas terras mais secas.
— Sen