ISADORA VILLANOVA
O beijo já não tinha nada de calmo.
Eu estava sentada no sofá, mas já não me sentia ali. Meu corpo inteiro tinha se inclinado para Henrique, minhas mãos presas na nuca dele, puxando-o para mais perto enquanto a língua dele explorava a minha. O gosto do vinho tinto ainda estava em nossos lábios, misturado com o gosto dele.
Quando ele segurou minha cintura com mais força e me puxou para seu colo, soltei um gemido baixo contra a boca dele. Meu vestido tinha subido pelas cox