HENRIQUE VALADARES
Assim que destranquei a porta e entramos no apartamento, fechei a porta atrás de nós, e deixei as chaves sobre o pequeno móvel da entrada. Isadora suspirou e deixou sua bolsa escorregar pelos ombros até o chão da sala.
Eu observei os ombros dela relaxarem visivelmente e toquei eles massageando.
— Enfim, sozinhos — falei, descendo meus dedos para sua cintura, abraçando-a por trás. — Como você está se sentindo agora?
Isadora encostou a cabeça no meu peito, fechando os olhos.