ISADORA VILLANOVA
A sensação me pegou completamente desprevenida. Nunca ninguém tinha feito isso comigo. Nunca ninguém tinha colocado a boca entre minhas pernas. E agora… agora eu entendia por que as pessoas falavam como se fosse algo divino.
A primeira coisa que senti foi o calor. Um calor úmido e intenso que se espalhou por todo o meu corpo quando a língua dele deu a primeira lambida longa e lenta, desde minha entrada até o clitóris. Eu arqueei as costas, soltando um gemido alto.
— Henrique…