Maya narrando
O despertador tocou às seis da manhã, quebrando o silêncio do meu quarto no Brooklyn. Olhei para o teto por alguns instantes, respirando fundo antes de encarar a realidade. O turbilhão de notícias e ataques virtuais havia finalmente cessado; o poder destrutivo e a influência jurídica dos Valmont haviam varrido os artigos preconceituosos e os comentários maliciosos da internet, cumprindo a promessa de limpar o meu nome antes que eu pisasse novamente em Manhattan.
Caminhei até