Maya narrando
A água da chuva escorria pelo meu rosto, mas o que me impedia de respirar não era o temporal; era o peso das palavras de Arthur. Ver o homem mais temido e poderoso de Manhattan despido de toda a sua arrogância, com os olhos injetados e a voz embargada, implorando para que eu ficasse com ele mesmo sem um papel assinado, quebrou a última barreira do meu orgulho. Ele estava disposto a rasgar o protocolo da sua vida , a enfrentar o falatório da alta sociedade e a aceitar a minha ne