O sol da manhã de sábado entrou tímido pelas fendas das persianas, desenhando listras douradas sobre os lençóis bagunçados. Elisa acordou primeiro, o corpo deliciosamente dolorido, a pele ainda marcada pelos beijos e pelas mãos de Gael. Ele dormia ao seu lado, de bruços, um braço possessivo jogado sobre a cintura dela, o rosto relaxado de uma forma que ela nunca vira no escritório.
Por um momento, ela apenas observou. Os cílios longos, a boca entreaberta, a linha forte das costas. Parecia men