Sexta-feira à noite. Gael reservara uma mesa no A Casa do Porco — não o salão principal, barulhento e movimentado, mas uma sala privativa no andar superior, com vista para a rua e apenas uma mesa redonda iluminada por velas e luz baixa. Nada de investidores, nada de contratos. Apenas eles dois.
Elisa chegou às 20h15, deliberadamente um pouco atrasada para manter algum controle. Vestia um vestido vermelho-vinho de alças finas, justo na cintura e fluido até os joelhos, com uma fenda lateral que r