Acordei com o sol batendo no meu rosto.
A luz entrava pelas frestas da cortina, desenhando listras douradas no chão de madeira, nos lençóis azuis, na pele nua de Maximus ao meu lado. Ele dormia de bruços, o rosto virado para mim, a respiração calma, os lábios entreabertos. O cabelo escuro bagunçado caía sobre a testa. O braço estendido tocava o meu ombro, como se mesmo dormindo ele não quisesse me soltar.
A aliança no meu dedo brilhava fraca sob a luz da manhã.
Olhei para ela. O ouro branco. O