Abri.
Os dedos tremiam. O estojo de veludo preto era pequeno, aveludado, brilhando sob a luz noturna. A mão de Maximus ainda pousava sobre a minha, quente, firme, como se ele tivesse medo que eu fosse embora se ele soltasse.
Dentro, uma aliança.
Fina. De ouro branco. Com um brilho pequeno no centro — um diamante, minúsculo, discreto, perfeito. A luz da lua dançava na superfície do metal, refletindo pequenos pontos dourados nas paredes, nos lençóis, no rosto dele.
O mundo parou.
Não era uma caix